Publicidade.

Ah!! Mateus, você só sabe criticar as coisas, só fica falando mal das coisas…
Cala sua boca e leia o texto, vou elogiar quem deve ser elogiado.
Sempre fui um cara fissurado em idéias inovadoras que envolvem a publicidade ou a propaganda. A diferença quase ninguém sabe, mas sabemos no que está relacionado. Se você quiser saber visite o http://www.risosponto.blogspot.com que eles te responderão ;D . Sempre gostei de olhar a publicidade com um olhar crítico para poder tirar conclusões, tipo não ser uma pessoa manipulada. Em muitos anos posso contar nos dedos, poucas campanhas publicitárias me convenceram relacionando-se com exposição do produto e a criatividade.
No Brasil temos um elevado preço para exposição, e o foco publicitário voltado apenas para algumas agências, uma espécie de monopólio publicitário. Com pouco tempo de aproximadamente 30 segundos o cliente no mínimo quer seu nome, seu produto… sacrificando a criatividade, o roteiro e a produção.
Graças as mídias sociais, que vem rompendo barreiras, muitas empresas vem investindo na grande rede para expor seus produtos de formas criativas que proporcionam um custo-benefício mais atraente do que a televisão.
Em uma campanha publicitária, contratada pela Heineken, uma das patriocinadoras da Champions League (um dos maiores eventos futebolísticos da Europa), eles inovaram criando uma campanha pra lá de arrojada e inovadora. Além de alcançar a mídia televisiva em primeiro plano, usou uma espécie de campanha viral, trazendo para a internet um mix de criatividade e exposição da marca.
Creio eu, que não demandou um receita tão arrojada quanto pensamos, porque usou pessoas comuns como eu você, que estão dispostas a aceitar idéias diferentes e criativas. Além de atingir diversos públicos, por se tratar de cultura e arte focou principalmente no futebol uma paixão dos europeus. A tática foi bem inovadora pois a exposição da contratada era voltada apenas para a TV, o resto da exposição, pela internet, foi uns 300% superior em relação ao alcance das pessoas, foi através de vídeos postados e visualizados no youtube, portais de jornais pela web, blogs etc.
Aí fica a pergunta, para inovar precisa de dinheiro ou grandes cabeças?
Não tenho dúvidas que a segunda opção é mais coerente. Jingles maçantes, não deixam história, só lavam a cabeça das pessoas, empobrece a cultura e a população. Nada contra os Jingles, são ferramentas interessantíssimas para exposição e podem ser muito criativas.
O vídeo se explica, não é necessário explicação.
A marca foi exposta, aplaudida, a cultura foi mantida e o slogan foi uma ferramenta de aproximação.
Nova geração de publicitários, sigam o exemplo, façam da publicidade algo para acrescentar e não lavar mentes.
Um abraço,
Mates Pereira







